20 years of motorcycle racing…

and yet he makes the same mistakes. who doesn’t remember misano last year, where he made exactly the same and ended up in the top 5. you’re not supposed to follow the race leader, but the championship leader.

well… I don’t have doubts that Marquez is gonna win the title this year – and it does amaze me that he’s building this path brilliantly and intelligently. my hopes are that Rossi be able to change his mind for the 2nd part of the season.

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commuting by bike

not so long ago i posted a picture of my ride – black diamond. lately i’m using it as my way of transportation. interesting is the fact that  i can reach my destination 2 to 5 minutes earlier with it than with my motorcycle. (yes, it’s true that on a bike i’m a red light jumper, but as i mentioned in a post @ g+, it’s a matter of safety [see this for understading what i’m talking about].)

i know it’s a time lapse – i wish i could ride fast like that (that would yield 80-100 km/h, slightly more in certain moments) , but i’m fine with the idea of getting ahead of the cagers. :)

and this is also my little homage to the two-wheel world – bikes and motorcycles are complementary.

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Kraftwerk singt…

l’enfer du nord, paris-roubaix
la côte d’azur et saint tropez
les alpes et les pyrenées
derniere etape chaps-elysées…

who doesn’t get excited when the breakaway wins a stage? i was reaaaally rooting for stuyven today. pitty that the peloton got him. and interesting to see contador struggling. will he be suffering the consequences of his crash yesterday?

(today i finished “cycle of lies” and got myseld thinking about the sport. some strange things like wiggins: from no one at cofidis to sort of somebody at garmin and then winning the tdf @ sky. and that weird guy: froomestrong? dunno…)

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human error?

the place: the cathedral (aka assen, nl). the occasion: the dutch gp. the man: valentino rossi.

it’s not new that i root for him – i’ve already made that clear many posts ago. and i get sorta pissed when things go like they did last sunday: what was supposed to be another victory in his bag (and a back to back) ended up in the gravel trap. his bike’s front washed away and both decided to surf on the tarmac instead of riding on it.

in occasions like that it’s inevitable to bring back to memory what stoner had said to rossi when the latter managed to get himself and the former out of the race in an unsuccessful overtaking attempt:

your ambition outweighs your talent.

i honestly believe that was the situation sunday – a mix of overconfidence and poor judgement of the situation, resulting in his third DNF (and 42 points behind the leader).

and then two interesting things happened: i) the current championship leader is learning to ride with his head (no longer with his heart); ii) an under{dog,rated} rider won the race. it was amazing to see mr. jack miller winning the dutch gp, and it was very touching to watch him in his interview to dylan grey (the interviews right after they arrive at the parc fermé are undoubtedly the best ones) – maybe i’m getting old and/or oversensitive, ‘coz every now and then some silly things like that leave me with watery eyes… o_O

kudos to you, mr jackassen! well deserved! a silly mistake in silverstone last year prevented you from shining, but you finally made it! :)

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utilidades impensadas…

para um livro de um certo autor brasileiro… 8D https://twitter.com/hdab/status/744573714344316928?s=09

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black diamond

me ocorreu esse nome, e assim batizo minha bicicleta.


black diamond… sexy! :D

e fazia uma eternidade que não andava de bicicleta – essa foto data de agosto do ano passado, última ocasião nos pedais. em janeiro do mesmo ano foi quando ela passou a integrar a família. soa quase absurdo que só depois de praticamente 8 meses é que ela tenha ameaçado fazer as pazes com o asfalto. sim, ameaçado, porque depois desse breve encontro ela continuou encostada na parede, acumulando poeira. (combinemos: está longe de ser um desfecho apropriado para ela… sou do princípio de que as coisas devem se despedaçar pelo uso, e não pela decrepitude.)

por conta dessa ziquizira que (ainda) me acompanha eu resolvi deixar os pedais de lado. o fato de ter entrado em um relacionamento também teve influência – quem anda de bicicleta pra valer sabe o quanto de tempo que a atividade toma, e não é qualquer um que tem estômago para encarar a rotina de alguém que abandona o aspecto lúdico da coisa para transformá-lo em uma quase obsessão – sadia, frise-se.

há quase um ano, enchi-me de razão e fui atrás de um “conserto” para esse alien que coabita meu joelho – o grifo ali em cima dá a pista de que ele continua a me assombrar -, e nisso completarei um ano de pilates dentro de um par de meses. o incômodo vez por outra aparece, quando os leg presses abusam de mim, mas o evento da semana passada me deu um ar de esperança.

havia muito que planejava isso de commute by bike, projeto que toquei por quase dois anos, quando trabalhava em um lugar que dispunha de infraestrutura para banho bem como um bicicletário. lembro que o tempo transcorrido entre tomar a decisão pela bicicleta como meio de transporte e a concretização do pensamento se assemelhou a uma eternidade. mas a coisa saiu. e devo confessar que foi muito divertido.

cogitei fazer o mesmo vários anos depois, mas a mudança do itinerário, as obras na cidade, o trânsito ainda mais agressivo, todos esses fatores me desestimularam um pouco (um monte, na verdade). havia também a questão da moto, e tenho pra mim que o advento desta botou para escanteio la pobrecita de la bici. mas nem tudo estava perdido…

o plano na realidade era usar a bicicleta como meio de transporte enquanto estava trabalhando. cheguei até a conversar com pessoas no escritório, para viabilizar a coisa, mas agora isso é parte do passado. e é aqui que entra a ligação com o parágrafo anterior: semana passada um momento de inquietude se aplacou sobre o ser que aqui escreve, e eis que me vejo resoluto – ia rolar!

espanador. poeira. poeira. poeira. chave allen. ajustes. chave allen. poeira. bomba de ar. força. poeira. espanador. poeira. mochila. câmara de ar. kit de chaves. reparos. bomba portátil. roupa para o pilates. capacete. luvas. óculos. elevador. velocímetro. pilha fraca. asfalto.

me impressiona que mesmo fazendo um trajeto a priori contraproducente eu ainda consiga chegar ao meu destino mais rápido do que se estivesse indo de carro – e uns poucos minutos a mais do que se estivesse indo de moto. (me impressiona ainda mais a mentalidade de motoristas que acham que bicicletas [ou motos] atrapalham a via, quando na verdade um veículo de duas rodas a mais no asfalto é um carro a menos para atrapalhar…)

mas o ponto aqui não era necessariamente o indiscutível fato de que hoje em dia a bicicleta é um modal muito mais rápido do que o carro, mas sim o que me levou aos pedais na semana passada.

desespero. o desespero que bate quando se olha para tudo que é lado e se vê tudo ou quase tudo indo por trilhas que não são necessariamente as melhores rotas. “não é possível. tudo errado!” não entre em pânico! – pois 42 é a resposta. o problema é que eu esqueci a toalha. é difícil não entrar em pânico… o f*da é que nem posso me dar ao luxo de tal: a condição de protagonista do meu roteiro não me permite.

e desse desespero veio a necessidade de andar de bicicleta. segui à risca o que sir arthur conan doyle escreveu:

“When the spirits are low, when the day appears dark, when work becomes monotonous, when hope hardly seems worth having, just mount a bicycle and go out for a spin down the road, without thought on anything but the ride you are taking.”

and i did it. exactly like that. e é sempre bom sentir-se vivo. sempre será.

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witch hunt

The night is black
Without a moon
The air is thick and still
The vigilantes gather on
The lonely torch lit hill

Features distorted in the flickering light
The faces are twisted and grotesque
Silent and stern in the sweltering night
The mob moves like demons possessed
Quiet in conscience, calm in their right
Confident their ways are best

The righteous rise
With burning eyes
Of hatred and ill-will
Madmen fed on fear and lies
To beat and burn and kill

They say there are strangers who threaten us
In our immigrants and infidels
They say there is strangeness too dangerous
In our theaters and bookstore shelves
That those who know what’s best for us
Must rise and save us from ourselves

Quick to judge
Quick to anger
Slow to understand
Ignorance and prejudice
And fear walk hand in hand…

Rush – Witch Hunt

among the many things that annoy me, two are by far the most irritating ones:

  1. people who really believe they know how i think, as if they’ve mapped me completely
  2. people who distort the meaning of some situations, placing what was said in contexts where they really don’t belong to.

then what i have to say is: if you really have the faintest idea of how wearing my shoes is, then rise and save me from myself.

otherwise, please, please: STFU.

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